Este exemplar de Cinnamomum camphora, vulgarmente designado por canforeira é um dos raros indivíduos desta espécie, existentes na cidade. Sito num espaço com algum potencial de valorização, destaca-se pela sua disposição individual, porte e ausência de fragilidades de maior que inviabilizem a sua manutenção e longevidade no local.
É notória uma ferida no colo e baixo tronco, apesar indiciar alguma estabilidade e compartimentação. Está é uma árvore que provavelmente pertenceu à Quinta do Gólgota, antes da abertura da Via Panorâmica, pelo que é uma remanescência do um período áureo do colecionismo botânico na cidade do Porto.